domingo, 5 de outubro de 2014
domingo, 21 de setembro de 2014
Paysandu 1 x 2 Cuiabá - Brasileirão 2014 Serie C - Jogo Completo TV Brasil
domingo, 21 de setembro de 2014
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Com estádio da Curuzu lotado o Dourado mostra sua força e mira a série B.
domingo, 14 de setembro de 2014
sábado, 6 de setembro de 2014
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Tabela dos Jogos do 2º Campeonato de Futebol Virtual do ICE PS3/FIFA 2014
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
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domingo, 31 de agosto de 2014
Crítica ao filme: “Deus Não Está Morto”
domingo, 31 de agosto de 2014
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Ficha técnica: Título original:
“God’s Not Dead”. Estreou 21 de março de 2014 nos EUA. Direção: Harold
Cronk. Produção: Michael Scott, Russell Wolfe e Anna Zielinski Escrito
por: Cary Solomon e Chuck Konzelman Elenco principal: Kevin Sorbo, Shane
Harper e David A. R. White. Baseado na obra “God’s Not Dead: Evidence
For God In An Age Of Uncertainty”, por Rice Broocks.
O filme aborda a temática religião e o seu
conflito com uma visão ateísta de mundo. De maneira abrangente, o filme
foca na perspectiva de um religioso e como este encara sua crença com
orgulho.
A trama também se desenrola com o elenco
secundário, que aborda a vivência de jovens no ambiente acadêmico e na
vida social que ocorre paralela ao enredo principal. Há uma presença
constante de referências ao cristianismo e à fé religiosa nesse contexto
secundário. Questões morais e comportamentais são também abordadas,
inclusive mostrando brevemente a perspectiva muçulmana em contraste com
os costumes ocidentais, questões familiares em situações envolvendo
doenças como o câncer e a demência na terceira idade, dentre outros
temas também relevantes.
Josh Wheaton (Shane
Harper) é um estudante que está ingressando na universidade. No início
do filme, é mostrado o momento de sua matrícula. Ao submeter seu
documento de pré-matrícula, é questionado sobre a intenção de se tornar
aluno da disciplina eletiva de Filosofia. A fama do professor Jeffrey Radisson
(Kevin Sorbo) é levantada pelo atendente, que sugere a Josh que mude de
ideia ao ver que ele carrega um pequeno crucifixo em seu cordão.
Insistente, e mesmo sem entender o motivo, Josh não desiste e se
inscreve. De modo irônico, o rapaz reforça a data de trancamento e diz a
Josh que “vai precisar”.
No geral, o filme transmite uma imagem
intransigente do professor Radisson, da disciplina de Introdução ao
Pensamento Filosófico. Um ateu convicto, que passa uma certa impressão
de soberba ao mostrar sua perspectiva ateísta. Após uma breve explanação
sobre a etimologia dos termos “ateísmo” e “agnosticismo” e também sobre
como a ciência e a razão superaram a crença religiosa, é dada uma
tarefa à turma, para que escrevam a frase “Deus Está Morto” numa folha
juntamente com a assinatura.
Josh sente um desconforto muito grande ao
perceber que não consegue fazer o que o professor manda, ao contrário da
quase unanimidade da turma. Ao sentir que foi desafiado, Radisson dá a
Josh o dever de ministrar sessões de 20 minutos cada uma pelas próximas
três aulas, mostrando quais argumentos utilizará para sustentar que Deus
não morreu. Dada a tarefa, o professor dispensa a turma com
recomendações de leitura para a próxima aula, ou melhor, palestra de
Josh.
Na perspectiva pessoal de Josh, há um forte
conflito interno, que faz até sua namorada Kara (Cassidy Gifford)
criticá-lo. Ele não admite que sua fé seja questionada, mesmo que seja
apenas dentro de sala de aula. Kara o repreende por isso, embora depois
se arrependa um pouco. Ao perceber que Josh está se dedicando ao debate
com o professor Radisson, fica novamente irritada e preocupada com ele.
Sugere que repense suas decisões e suas prioridades, embora para ele não
faça diferença por estar envolvido do jeito que está. O futuro
acadêmico de Josh depende dos créditos conquistados nessa disciplina,
que parece ser um impedimento intransponível.
O apoio do Reverendo Dave (David A. R.
White) é colocado como um suporte a Josh, que cogita até mesmo o
abandono da disciplina. O religioso recomenda a ele que faça leituras
bíblicas, como forma de orientação.
Agora a trama se desenrola com a defesa de
Josh, extremamente nervoso, apesar de tentar transparecer o contrário.
Apesar da perspicácia que ele aparentemente demonstra, seu professor o
refuta e coloca sua argumentação contra a parede. A figura arrogante do
professor, nesse momento, deu a impressão de ser exagerada. Como se o
professor, na condição de ateu, fosse um carrasco indomável, alguém
disposto a tudo para colocar sua perspectiva ateísta em destaque dentro
da academia.
Josh é deixado pela namorada, que já havia
insistido com ele sobre a questão do debate com o professor. Novamente
ele fica sozinho, sem ter algum tipo de apoio e pronto para perder todas
as esperanças. Ainda assim, Josh continua com as palestras e começa a
obter certa superioridade em relação às colocações de Radisson.
Aparentemente, na trama, os argumentos colocados começam a ganhar
destaque. São argumentos que apologistas costumam usar em debates da
“vida real”. A impressão que dá é que Josh é um herói, que caminha para
se tornar imbatível. Será mesmo?
Há outro personagem ateu retratado no
filme, Mark (Dean Cain), um empresário de prestígio, que é filho de uma
idosa em processo demencial. Amy (Trisha LaFache) é sua namorada, uma
militante de causas políticas e ambientais. Ao dizer a Mark que foi
diagnosticada com câncer, ele termina o relacionamento. Mark também é
irmão de Mina (Cory Oliver), que é namorada de Radisson. Mina é cristã e
vive alguns conflitos com ele, que constantemente a ridiculariza por
esse fato. Também na frente de colegas professores, todos ateus.
No fim das contas, o filme centraliza muito
na questão da fé cristã, especialmente quando mostra Josh numa
perspectiva solitária, como se fosse uma vítima das críticas de um
professor ateu e malicioso. Os dois ateus da história, Radisson e Mark,
são retratados como pessoas insensíveis e muito orgulhosas. Ateus são
realmente assim? Ou será que a generalização fez a trama do filme se
desenrolar como esperado? Dá a impressão, que nas falas de Radisson, há
um ressentimento com Deus.
Por outro lado, Josh, enquanto cristão,
parece ser teimoso, egoísta e insistente no que “Deus quer que eu faça”.
Na verdade, se notarmos bem, é o que ele mesmo quer fazer. A crença foi
usada como justificativa para a teimosia particular dele.
Um filme tendencioso com um forte apelo, é
preciso dizer. A crença cristã é a única digna, que está sendo
vilipendiada e agredida, maculada e ofendida. Essa é a ideia que o filme
tenta passar, insistentemente. Uma trama previsível, mas que dá pra
assistir até o final. Só uma vez e já chega.
Fonte: Universo Racionalista
quarta-feira, 27 de agosto de 2014
terça-feira, 26 de agosto de 2014
Enem 2014 -Guia de estudos: confira 10 temas essenciais de filosofia e sociologia!
terça-feira, 26 de agosto de 2014
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Política,
ética e moralidade (Sócrates, Platão e Aristóteles): "Os três são a
base do conhecimento ético da política mundial. São os pais da
elaboração das teorias políticas. São eles que apontavam soluções, que
na época, eram novidade", diz o docente Leonardo Vasconcelos, do colégio
Magnum. Na foto, escultura de Platão Thinkstock
Ser capaz de analisar conceitos de política, ética e moralidade, estado
de natureza, contrato social e estado de sociedade é o primeiro passo
para conseguir bons resultados em filosofia e sociologia nos grandes
vestibulares. O UOL consultou professores sobre os dez conteúdos dessas disciplinas que mais caem nos exames.
Esse é o sétimo roteiro de uma série que trará o guia de estudos de uma disciplina por dia.
Para Gianpaolo Dorigo, professor do cursinho Anglo, questões dessas
matérias são uma novidade em provas do Estado de São Paulo. Apesar de
ainda não possuírem um "perfil" claramente definido, ele destaca a
exigência de leitura e entendimento de texto, estabelecimento de
vínculo com a atualidade e conhecimento de alguns aspectos dos autores
mais tradicionais.
Confira a seguir, um compilado com
dez temas importantes mencionados pelos professores dos cursinhos CPV
(Patrícia Garmendia), Oficina do Estudante (Heitor Sayeg) e do colégio
Magnum (Leonardo Oliveira de Vasconcelos).
- Movimentos sociais (movimentos estudantis de 1968, "Diretas Já" em 1984, Caras Pintadas em 1992, e em 2013).
Segundo Leonardo Vasconcelos, do Magnum, é importante nesse tema os estudantes saberem diferenciar agrupamentos de movimentos.
"O primeiro não tem uma organização. A essência de um movimento, por
sua vez, é um protesto por alguma causa, não contra uma pessoa",
analisa.
Há ainda a probabilidade de pedir relações entre os movimentos desse ano no Brasil e a Primavera Árabe,
na opinião do professor Sayeg, da Oficina. "Não acredito que vão cobrar
teóricos específicos, porque é muito denso. Acho que será mais no
sentido estrutural. Fazer relações entre esfera pública e privada",
diz.
Sayeg define esse tema como um dos mais importantes, principalmente
para o Enem e alguns vestibulares do Paraná e Santa Catarina. Pode cair
para o aluno fazer relações com a sociedade contemporânea –
midiatização, meios de comunicação, alienação, mercantilização da vida
(tornar tudo um desejo).
"Há aqui aquela crítica que conhecemos
bem a respeito do consumismo de uma indústria cultural", diz
Vasconcelos. Para ele, o que o aluno não pode deixar de notar é o
consumo pelo consumo, o consumo para existir, que é a grande chave da Escola de Frankfurt.
"Para eu me sentir vivo, existente como ser humano, tenho que consumir. Dá para fazer uma brincadeira com aquela frase de Decartes: consumo, logo existo", comenta.
- A ação social no conceito de Max Weber.
Para o professor do Magnum, Weber é um sociólogo que tenta enxergar
dentro da sociedade a influência das relações sociais, que podem
desencadear problemas econômicos ou políticos. "Quanto mais o sujeito
consegue perceber ter uma ação, melhor para a sociedade. As maiores
dificuldades nas sociedades são ocasionadas por ações emotivas, ou seja,
não deliberadas", analisa.
O que pode cair na prova, segundo
Sayeg, são situações para serem relacionadas com ação racional relativa a
fins, ação racional relativa a valores, ação afetiva e ação
tradicional.
- As novas relações de trabalho.
Nesse tema, o aluno deve ter compreensão do que está acontecendo na
sociedade e ser capaz de estabelecer relações sobre a flexibilização das
leis trabalhistas dentro de um conceito de globalização e estruturas
produtivas, com o aumento da especialização técnica. "Na atualidade o
conhecimento se torna obsoleto muito rapidamente, por isso há a
necessidade de constante atualização", diz o professor do Magnum.
"Os três [Sócrates, Platão e Aristóteles] são
a base do conhecimento ético da política mundial. São os pais da
elaboração das teorias políticas. São eles que apontavam soluções, que,
na época, eram novidade", diz Vasconcelos.
O professor explica que eles vão tentar enxergar a esfera política conciliando com a ética, oposto de Maquiavel, que diz que nem sempre o governante deve ser ético.
Roberto Accorsi, professor de filosofia da Oficina, diz que política é
dependente de ética e oralidade, e acredita que Aristóteles seja mais
associado à ética e Platão, à política.
Tema campeão nos vestibulares: Estado de natureza, contrato social e estado de sociedade para Hobbes, Locke e Rousseau.
O professor do Magnum acredita que aluno deverá definir relações entre
estados de natureza, principalmente de Hobbes e Rousseau. "O primeiro
acredita que o homem já nasce egoísta por causa do medo da morte
violenta; já Rousseau acredita que no estado de natureza ele é bom, e a
partir da ideia de propriedade privada vai aparecendo o egoísmo", diz
Vasconcelos.
Nos três há também a ideia das leis serem o senhor de um Estado.
- Relação da fé e da razão (São Tomás de Aquino).
Na sua concepção aristotélica, São Tomás de Aquino propõe uma harmonia
entre corpo e alma, fé e razão, Estado e Igreja. O papel da razão seria
demonstrar e ordenar os mistérios revelados pela fé. "A grande sacada é
perceber nele essa harmonia", diz o docente do Magnum.
- Conceitos de Karl Marx.
Conceitos de mais-valia, alienação do indivíduo social e materialismo histórico.
"Marx enxerga a história como uma luta de classes e propõe o debate sobre qual é o sentido de trabalhar só para sobreviver", diz Vasconcelos.
- Conceitos de Émile Durkheim.
Ter domínio de conceitos como fato social e solidariedade mecânica e orgânica.
Vasconcelos diz que "segundo Durkheim, para compreender os problemas
sociais é necessário entendê-los como coisas, fatos sociais".
- Conceitos de Jürgen Habermas.
Distinção entre esfera pública
e privada e atuação do individuo. Relações de poder Estado-política. "O
aluno [precisa] perceber a questão da importância do viver em
sociedade, delimitado para uma ética do discurso", diz Leonardo.
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
domingo, 17 de agosto de 2014
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
Seis universidades do Brasil entre as 500 melhores do mundo.
sexta-feira, 15 de agosto de 2014
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Seis
universidades do Brasil estão entre as 500 melhores do mundo, de acordo
com a classificação de Xangai publicada nesta sexta-feira, e que
confirma a supremacia dos Estados Unidos no ensino superior.
Das
seis instituições brasileiras na lista, o destaque fica com a
Universidade de São Paulo (USP), que aparece na 144ª posição e é a única
da América Latina entre as 150 melhores do mundo.
As outras
instituições de ensino superior do Brasil no 'Top 500 de Xangai são a
Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG, 317ª posição), a
Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, 318), a Universidade
Estadual Paulista (Unesp, 362), a Unicamp (365) e a Universidade Federal
do Rio Grande do Sul (UFRGS, 421).
Outras quatro universidades
latino-americanas aparecem entre as 500 melhores do mundo, duas do Chile
(Católica e U de Chile), uma da Argentina (Universidade de Buenos
Aires, UBA) e uma do México (Universidade Nacional Autônoma do México,
UNAM).
A edição de 2014 do ranking universitário não apresenta muitas mudanças em relação a 2013 e confirma o domínio americano.
Harvard é considerada a melhor universidade do mundo, seguida por Stanford, MIT e Universidade da Califórnia.
A
Grã-Bretanha é o outro país que integra o exclusivo clube anglo-saxão
das 10 melhores universidades do mundo, com Cambridge (quinta posição) e
Oxford (nona posição).
Na Europa continental, a ETH de Zurique
(19ª), a Universidade Pierre e Marie Curie de Paris (35) e a
Universidade de Copenhague (39) são as três melhores da região.
A Universidade de Tóquio (21) e a Universidade de Kioto (26) são apontadas como as melhores da Ásia.
O
índice de Xangai foi criado em 2003 na Universidade Jiao Tong da cidade
chinesa. A classificação é muito aguardada em todo o mundo, mas também é
objeto de críticas por sua metodologia.
De acordo com os
pesquisadores da Jiao Tong, a lista é baseada em uma série de
indicadores objetivos e informações fornecidas por terceiros.
A classificação se concentra nas pesquisas de ciências exatas, em detrimento do ensino, algo muito mais difícil de quantificar.
Entre
os critérios utilizados está o número de prêmios Nobel que ex-alunos ou
pesquisadores das universidades receberam, o número de medalhas Fields
(equivalentes ao Nobel de Matemática e que teve o Artur Avila, do IMPA,
entre os vencedores este ano), assim como o número de artigos publicados
em revistas exclusivamente de língua inglesa como "Nature" e "Science".
A cada ano são avaliadas 1.200 universidades de todo o mundo, mas a lista inclui apenas as 500 melhores.
Lista das 10 melhores universidades do mundo em 2014 de acordo com a classificação de Xangai:
1. Universidade Harvard (EUA)
2. Universidade Stanford (EUA)
3. Instituto Tecnológico de Massachusetts - MIT (EUA)
4. Universidade da Califórnia-Berkeley (EUA)
5. Universidade de Cambridge (Grã-Bretanha)
6. Universidade de Princeton (EUA)
7. Instituto Tecnológico da Califórnia - Caltech (EUA)
8. Universidade Columbia (EUA)
9. Universidade de Chicago (EUA)
9. Universidade de Oxford (Grã-Bretanha)
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
O que é Religião? Materia do 1º ano.
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
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Religião é uma fé, uma devoção
a tudo que é considerado sagrado. É um culto que aproxima o homem das
entidades a quem são atribuídas poderes sobrenaturais. É uma crença em que as pessoas buscam a satisfação nas práticas religiosas ou na fé, para superar o sofrimento e alcançar a felicidade.
Religião é também um conjunto de princípios, crenças e práticas de doutrinas religiosas, baseadas em livros sagrados, que unem seus seguidores numa mesma comunidade moral, chamada Igreja.
Todos os tipos de religião têm seus fundamentos, algumas se baseiam em diversas análises filosóficas, que explicam o que somos e porque viemos ao mundo. Outras se sobressaem pela fé e outras em extensos ensinamentos éticos.
Religião, no sentido figurado, significa qualquer atividade realizada com rígida frequência. Ex: Ir para a academia todos os dia, para ele é uma religião.
O cristianismo tem na Bíblia o livro sagrado dos cristãos e na Igreja o local da pregação dos ensinamentos de Cristo, através de seus Sacerdotes. As principais religiões ligadas ao Cristianismo são o Catolicismo, a Ortodoxa e o Protestantismo.
A religião católica ou catolicismo tem a Bíblia como seu Livro Sagrado, e através dele transmite os ensinamentos do Evangelho de Cristo. O crucifixo é o símbolo maior da catolicismo, pois simboliza a cruz na qual Jesus Cristo morreu.
O catolicismo é uma doutrina que acredita na preparação dos fieis para a salvação de sua alma, que após a morte subirá ao paraíso, onde gozará o descanso eterno.
A religião ortodoxa ou Igreja Católica Ortodoxa, se define como a correta e verdadeira Igreja criada por Jesus Cristo, e que se manteve fiel a verdade, transmitida desde os Apóstolos até os dias de hoje.
A Igreja Ortodoxa é formada por várias igrejas autônomas e Patriarcados autocéfalos, onde a autoridade suprema é uma junta governante, o Santo Sínodo Ecumênico, onde a unidade tem origem na doutrina, na fé, nos cultos e sacramentos.
Protestantes seriam então, aquelas igrejas oriundas da Reforma, que apesar de surgirem posteriormente, obedecem aos princípios gerais do movimento reformista.
Ao contrário do Cristianismo, o Judaísmo não vê Jesus como Filho de Deus, enviado para salvar o ser humano. Por esse motivo, os crentes no Judaísmo esperam até hoje pelo enviado de Deus para salvação do povo.
O judaísmo é um modo de vida, associado a uma combinação de fé e convicções religiosas. O judaísmo é uma religião da família, e grande parte da fé judaica é baseada nos ensinamentos recebidos no lar. O Torá ou Pentateuco é considerado o livro sagrado dos judeus. Os cultos judaicos são realizados nas sinagogas e são comandados por um rabino. O símbolo sagrado é o Menorá, um candelabro com sete braços, que representa a luz e inspiração divina que se propagam no mundo.
O islamismo foi fundado pelo profeta Maomé, nascido em Meca, por volta de 570, na Arábia Ocidental. O que aceita a fé do islamismo é chamado de muçulmano. O livro sagrado é o Corão, onde a palavra de Deus foi revelada ao profeta Maomé. O templo é a mesquita.
Religião é também um conjunto de princípios, crenças e práticas de doutrinas religiosas, baseadas em livros sagrados, que unem seus seguidores numa mesma comunidade moral, chamada Igreja.
Todos os tipos de religião têm seus fundamentos, algumas se baseiam em diversas análises filosóficas, que explicam o que somos e porque viemos ao mundo. Outras se sobressaem pela fé e outras em extensos ensinamentos éticos.
Religião, no sentido figurado, significa qualquer atividade realizada com rígida frequência. Ex: Ir para a academia todos os dia, para ele é uma religião.
Cristianismo
Cristianismo vem da palavra Cristo, que significa Messias, pessoa esperada, o redentor. É uma doutrina que acredita que Deus é o criador do universo e de toda a vida do planeta. O Cristianismo é um desdobramento do Judaísmo. Todas as formas de cristianismo obedecem às mesmas escrituras, veneram o Deus de Israel e consideram Jesus como o Cristo, Filho de Deus e Salvador da humanidade.O cristianismo tem na Bíblia o livro sagrado dos cristãos e na Igreja o local da pregação dos ensinamentos de Cristo, através de seus Sacerdotes. As principais religiões ligadas ao Cristianismo são o Catolicismo, a Ortodoxa e o Protestantismo.
Catolicismo
Catolicismo é a religião dos cristãos, uma vertente do cristianismo, formado pela Igreja Católica Apostólica Romana, que tem seu centro no Vaticano e reconhece a autoridade suprema do Papa. O catolicismo é uma doutrina que além do culto a Jesus, enfatiza o culto a Virgem Maria e a diversos Santos.A religião católica ou catolicismo tem a Bíblia como seu Livro Sagrado, e através dele transmite os ensinamentos do Evangelho de Cristo. O crucifixo é o símbolo maior da catolicismo, pois simboliza a cruz na qual Jesus Cristo morreu.
O catolicismo é uma doutrina que acredita na preparação dos fieis para a salvação de sua alma, que após a morte subirá ao paraíso, onde gozará o descanso eterno.
Religião ortodoxa
Religião ortodoxa é uma doutrina que teve sua origem no cristianismo, com a divisão da Igreja Católica em Católica do Ocidente e Ortodoxa do Oriente. A Igreja Ortodoxa é portanto um ramo da Igreja Católica, com pequenas diferenças em seus dogmas.A religião ortodoxa ou Igreja Católica Ortodoxa, se define como a correta e verdadeira Igreja criada por Jesus Cristo, e que se manteve fiel a verdade, transmitida desde os Apóstolos até os dias de hoje.
A Igreja Ortodoxa é formada por várias igrejas autônomas e Patriarcados autocéfalos, onde a autoridade suprema é uma junta governante, o Santo Sínodo Ecumênico, onde a unidade tem origem na doutrina, na fé, nos cultos e sacramentos.
Protestantismo
Protestantismo é uma religião que adotou as doutrinas desenvolvidas na Europa, no século XVI, como resultado dos movimentos para reformar a Igreja Católica. O protestantismo é um dos ramos do cristianismo, que surgiu do movimento que rejeitou a autoridade romana e estabeleceu reformas nacionais em vários países do norte da Europa, como o Luteranismo na Suécia e parte da Alemanha, o Calvinismo na Escócia e em Genebra e o Anglicanismo na Inglaterra.Protestantes seriam então, aquelas igrejas oriundas da Reforma, que apesar de surgirem posteriormente, obedecem aos princípios gerais do movimento reformista.
Judaísmo
O judaísmo é a religião dos judeus. É a mais antiga das religiões monoteístas do mundo. O judaísmo acredita na existência de um único Deus, que criou o universo. De acordo com algumas correntes do Judaísmo, Jesus Cristo foi um bom professor e para outros, foi um falso profeta.Ao contrário do Cristianismo, o Judaísmo não vê Jesus como Filho de Deus, enviado para salvar o ser humano. Por esse motivo, os crentes no Judaísmo esperam até hoje pelo enviado de Deus para salvação do povo.
O judaísmo é um modo de vida, associado a uma combinação de fé e convicções religiosas. O judaísmo é uma religião da família, e grande parte da fé judaica é baseada nos ensinamentos recebidos no lar. O Torá ou Pentateuco é considerado o livro sagrado dos judeus. Os cultos judaicos são realizados nas sinagogas e são comandados por um rabino. O símbolo sagrado é o Menorá, um candelabro com sete braços, que representa a luz e inspiração divina que se propagam no mundo.
Islamismo
Islã é uma palavra árabe que significa submissão, aqueles que obedecem Alá.O islamismo foi fundado pelo profeta Maomé, nascido em Meca, por volta de 570, na Arábia Ocidental. O que aceita a fé do islamismo é chamado de muçulmano. O livro sagrado é o Corão, onde a palavra de Deus foi revelada ao profeta Maomé. O templo é a mesquita.
quarta-feira, 6 de agosto de 2014
sábado, 2 de agosto de 2014
Não consegue ver sua novela? Seus problemas acabaram! Veja aqui como será todas elas!
sábado, 2 de agosto de 2014
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sexta-feira, 1 de agosto de 2014
O ILUMINISMO - Pensadores e características
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
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O Iluminismo foi um movimento intelectual que surgiu durante o século XVIII na Europa, que defendia o uso da razão (luz) contra o antigo regime (trevas) e pregava maior liberdade econômica e política.
Este movimento promoveu mudanças políticas, econômicas e sociais, baseadas nos ideais de liberdade, igualdade e fraternidade.
O Iluminismo tinha o apoio da burguesia, pois os pensadores e os burgueses tinham interesses comuns.
As críticas do movimento ao Antigo Regime eram em vários aspectos como:
- Mercantilismo.
-Absolutismo monárquico.
- Poder da igreja e as verdades reveladas pela fé.
Com base nos três pontos acima, podemos afirmar que o Iluminismo defendia:
- A liberdade econômica, ou seja, sem a intervenção do estado na economia.
- O Antropocentrismo, ou seja, o avanço da ciência e da razão.
- O predomínio da burguesia e seus ideais.
As idéias liberais do Iluminismo se disseminaram rapidamente pela população. Alguns reis absolutistas, com medo de perder o governo - ou mesmo a cabeça -, passaram a aceitar algumas idéias iluministas.
Alguns representantes do despotismo esclarecido foram: Frederico II, da Prússia; Catarina II, da Rússia; e Marquês de Pombal, de Portugal.
Alguns pensadores ficaram famosos e tiveram destaque por suas obras e idéias neste período. São eles:
John Locke
John Locke é Considerado o “pai do Iluminismo”. Sua principal obra foi “Ensaio sobre o entendimento humano”, aonde Locke defende a razão afirmando que a nossa mente é como uma tábula rasa sem nenhuma idéia.
Defendeu a liberdade dos cidadãos e Condenou o absolutismo.
Voltaire
François Marie Arouet Voltaire destacou-se pelas críticas feitas ao clero católico, à inflexibilidade religiosa e à prepotência dos poderosos.
Montesquieu
Charles de Secondat Montesquieu em sua obra “O espírito das leis” defendeu a tripartição de poderes: Legislativo, Executivo e Judiciário.
No entanto, Montesquieu não era a favor de um governo burguês. Sua simpatia política inclinava-se para uma monarquia moderada.
Rousseau
Jean-Jacques Rousseau é autor da obra “O contrato social”, na qual afirma que o soberano deveria dirigir o Estado conforme a vontade do povo. Apenas um Estado com bases democráticas teria condições de oferecer igualdade jurídica a todos os cidadãos.
Rousseau destacou-se também como defensor da pequena burguesia.
Quesnay
François Quesnay foi o representante oficial da fisiocracia. Os fisiocratas pregavam um capitalismo agrário sem a interferência do Estado.
Adam Smith
Adam Smith foi o principal representante de um conjunto de idéias denominado liberalismo econômico, o qual é composto pelo seguinte:
- o Estado é legitimamente poderoso se for rico;
- para enriquecer, o Estado necessita expandir as atividades econômicas capitalistas;
- para expandir as atividades capitalistas, o Estado deve dar liberdade econômica e política para os grupos particulares.
A principal obra de Smith foi “A riqueza das nações”, na qual ele defende que a economia deveria ser conduzida pelo livre jogo da oferta e da procura.
quarta-feira, 30 de julho de 2014
segunda-feira, 28 de julho de 2014
Períodos da filosofia (Resumão moleza do ENEM)
segunda-feira, 28 de julho de 2014
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Os Pré-Socráticos
Período Clássico
Os séculos V e IV a.C. na Grécia Antiga foram de grande desenvolvimento cultural e científico. O esplendor de cidades como Atenas, e seu sistema político democrático, proporcionou o terreno propício para o desenvolvimento do pensamento. É a época dos sofistas e do grande pensador Sócrates.Os sofistas, entre eles Górgias, Leontinos e Abdera, defendiam uma educação, cujo objetivo máximo seria a formação de um cidadão pleno, preparado para atuar politicamente para o crescimento da cidade. Dentro desta proposta pedagógica, os jovens deveriam ser preparados para falar bem (retórica), pensar e manifestar suas qualidades artísticas.
Sócrates começa a pensar e refletir sobre o homem, buscando entender o funcionamento do Universo dentro de uma concepção científica. Para ele, a verdade está ligada ao bem moral do ser humano. Ele não deixou textos ou outros documentos, desta forma, só podemos conhecer as idéias de Sócrates através dos relatos deixados por Platão.
Platão foi discípulo de Sócrates e defendia que as idéias formavam o foco do conhecimento intelectual. Os pensadores teriam a função de entender o mundo da realidade, separando-o das aparências.
Outro grande sábio desta época foi Aristóteles que desenvolveu os estudos de Platão e Sócrates. Foi Aristóteles quem desenvolveu a lógica dedutiva clássica, como forma de chegar ao conhecimento científico. A sistematização e os métodos devem ser desenvolvidos para se chegar ao conhecimento pretendido, partindo sempre dos conceitos gerais para os específicos.
Período Pós-Socrático
Está época vai do final do período clássico (320 a.C.) até o começo da Era Cristã, dentro de um contexto histórico que representa o final da hegemonia política e militar da Grécia.Ceticismo: de acordo com os pensadores céticos, a dúvida deve estar sempre presente, pois o ser humano não consegue conhecer nada de forma exata e segura.
Epicurismo: os epicuristas, seguidores do pensador Epicuro, defendiam que o bem era originário da prática da virtude. O corpo e a alma não deveriam sofrer para, desta forma, chegar-se ao prazer.
Estoicismo: os sábios estóicos como, por exemplo, Marcos Aurélio e Sêneca, defendiam a razão a qualquer preço. Os fenômenos exteriores a vida deviam ser deixados de lado, como à emoção, o prazer e o sofrimento.
Filosofia Antiga
Em 479 a.C. com a vitória dos gregos sobre os persas, consolida-se a democracia em Atenas. A idéia de "homem" passa a ser identificada com a concepção de “cidadãos da pólis". As preocupações e especulações filosóficas concentram-se, apartir desse momento, não mais na relação do homem com a natureza, como ocorria nos pré-socráticos. O que importa agora é a relação entre seres humanos: a vida social.Sócrates (469-399 a.C.) é tradicionalmente considerado um marco divisório da história da filosofia grega. Por isso, os filósofos que o antecederam são chamados pré-socráticos e os que o sucederam de pós-socráticos. Sua filosofia era desenvolvida mediante diálogos críticos com seus interlocutores. Esses diálogos podem ser divididos em dois momentos básicos: aironia (interrogação) e a maiêutica (concepção de idéias). Os principais representantes do período pós-socrático: Platão e Aristóteles.
Filosofia Medieval
A Idade Média inicia-se com a
desorganização da vida política, econômica e social do Ocidente, agora
transformado num mosaico de reinos bárbaros. Depois vieram as guerras, a
fome e as grandes epidemias. O cristianismo propaga-se por diversos
povos. A diminuição da atividade cultural transforma o homem comum num
ser dominado por crenças e superstições.O período medieval não foi, porém, a "Idade das Trevas", como se acreditava. A filosofia clássica sobrevive, confinada nos mosteiros religiosos. Sob a influência da Igreja, as especulações se concentram em questões filosófico-teológicas, tentando conciliar a fé e a razão. E são nesse esforço que Santo Agostinho e Santo Tomás de Aquino trazem à luz reflexões fundamentais para a história do pensamento cristão.
Filosofia Moderna
Pode a razão conhecer Deus? Atravessando tortuosos caminhos, o pensamento medieval não foi conclusivo. A escolástica chegou ao seu limite. A desagregação da cristandade com a reforma protestante e o renascimento cultural trouxe novas questões. A burguesia entra em cena e caracteriza a mentalidade moderna. De modo geral, associam-se ao renascimento mudanças de ênfase nos seguintes valores: antropocentrismo, racionalismo e individualismo.René Descartes é considerado um dos pais da filosofia moderna. Aplicando a dúvida metódica, chegou a celebre conclusão: "Penso, logo existo". Seu método da dúvida crítica abalou profundamente o edifício do conhecimento filosófico de sua época.
Filosofia Contemporânea
O conhecimento amplia-se e faz surgir
um novo objeto de estudo, o próprio homem. Cada época abrange uma
corrente de pensamento, juntamente com seus respectivos conceitos e
pensadores. Entre os filósofos idealistas estão Descartes, Kant e Hegel.
Já na tradição racionalista pós-cartesiana temos Pascal, Spinoza,
Guilherme de Occam e Leibniz. No palco inicial do empirismo moderno os
principais representantes são: Francis bacon, Locke, Berkeley e Hume.
Dentro da filosofia política destacam-se os seguintes filósofos:
Aristóteles, Thomas Hobbes, Jean-Jacques Rousseau, Engels, Maquiavel,
Voltaire, Fichte, dentre outros. Já no positivismo
temos Augusto Comte. O representante da crítica ao positivismo é
Bérgson. Dentro da filosofia das Ciências ou Epistemologia temos como
representante Bachelard. A concepção de materialismo tem como
representante Karl Marx.Nas primeiras décadas do século XX, o mundo estava em crise. A filosofia também. Diversos pensadores passam a questionar o sentido da vida humana. Surge, assim, a tendência existencialista.
Seus principais inspiradores:
Kierkegaard, Nietzsche, Husserl, Heidegger, Camus e Sartre. O inconsciente representa papel fundamental na filosofia de Schopenhaue.Sob esse aspecto antecipou-se alguns dos conceitos mais importantes da psicanálise fundada por Sigmund Freud.
No pensamento pós-moderno temos influências marcantes, tais como: Michel Foucault, Gilles Deleuze, Haber, mas, Richard Rorty, Adorno, Marcuse, dentre outros.
Por: Renan Bardine
sábado, 26 de julho de 2014
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